18/04/2010
Ó! minha querida
Desejo-te o desejo de meu desejo
Quero-te o querer de meu querer
Ame-me com o amor de meu amor
Venha para mim, querida
Amemos nossa solitária soledade
Adoremo-nos! Deus, deuses nos são inúteis!
Não adore doutos. Adoremo-nos!
Sede a sede de sede minha
A circunspecção soledatária
Permita a vida que a ti é tua
Se fores capaz da pedra lançar
Seja capaz de recuperá-la! Recuperá-la-á!
Senão, mate-me.
De: Teu amado
Para: Minha soledade
De grande sentimentalismo, diria ser um poema apaixonado, se não passa a ideia de amor assim profundo e a experiência de um mesmo. Muito bom poeta,
ResponderExcluirum cordial abraço.
Esse ta bom...
ResponderExcluir