Mergulhar-me-ei nas trevas que a mim pertencem
O Sol, aquele que uma vez inibriou-me,
Desejo-te tua morte!
A negra volúpia me atrai
Tua beatitude cegante me repulsa
Escuridão, escuridão, e mais escuridão!
Não há ódio onde não há luz
Não há medo onde não luz
Que o mundo caia no abismo!
Pois todos são abismos
Dormiríamos de olhos abertos
Se a luz nos fosse boa
Por isso fechamos os olhos
Porque a luz nos impede as ânsias
Porque nas trevas temos atambia
Felipe Pacheco
Muito bom, de caráter ultrarromântico, no pessimismo um penumbrismo para a plenitude e luz do ser a se fazer pensar, gostei bastante poeta,
ResponderExcluirum abraço.
Muito, muito bom! :)
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